Entrevista com Bernardo Cupertino Leão, diretor de marketing do Magazine Luiza

Do sonho do casal de vendedores Luiza e Pelegrino Donato, de constituir um comércio no interior de São Paulo, nasceu a rede de varejo Magazine Luiza S.A.

Para escolher um novo nome para a loja de presentes adquirida por eles em 1957, os fundadores criaram um concurso numa rádio local, convidando os clientes a participar. Como Luiza era uma vendedora muito popular na cidade, os ouvintes escolheram o seu nome.

Assim surgia o Magazine Luiza.

Em 2018, Magazine Luiza vira Magalu. O aplicativo do Magalu, um dos mais bem-sucedidos apps de compras do Brasil, com 26 milhões de downloads e uma participação de cerca de 40% dos pedidos online da companhia, nasce uns anos depois dando origem a um dos mais importantes cases de comércio eletrônico do país.

Em 2020, mesmo com as dificuldades diante do início da pandemia, Magalu iniciou o ano com a aquisição do marketplace de livros Estante Virtual.

Frente às limitações de circulação de pessoas, impostas como ferramenta de combate à disseminação da covid-19, a empresa acelerou seu processo de desenvolvimento, com a implementação do MagaluPay, lançado como uma nova funcionalidade do superaplicativo da companhia.

Nesta edição da Empapel News, entrevistamos Bernardo Cupertino Leão, diretor de marketing do Magalu, que nos conta um pouco mais sobre a estratégia da empresa no online.

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Vocês acreditam que a forma de consumir mudou desde o início da pandemia e como o e-commerce contribuiu nesse sentido?

A pandemia acelerou muito a adoção do e-commerce.

As compras pela internet já vinham crescendo e era um processo natural e previsto, com o avanço da tecnologia e meios de pagamento digitais, mas a necessidade do distanciamento social e o fechamento das lojas físicas levou o consumidor a procurar o e-commerce e também os varejistas a vender seus produtos digitalmente.

Em 2020, o primeiro ano da pandemia, nosso e-commerce cresceu 121% em relação a 2019, e atingiu R$ 9,5 bilhões, o que representou 64% das vendas totais da companhia.

Quais são as expectativas da empresa para 2021, dentro de uma nova configuração do e-commerce em um cenário pós-pandêmico?

A previsão é seguir crescendo em 2021, pois muitos consumidores compraram online pela primeira vez em 2020, por necessidade, e mantiveram o hábito. Nossa previsão é ampliar essa fatia de clientes.

Hoje, o Magalu oferece 30 milhões de itens aos clientes em diversas categorias, inclusive na categoria mercado. Mas ainda há muito a ser explorado.

Existem no Brasil 5,7 milhões de varejistas formais, 56 mil deles vendem online por meio de nosso marketplace. E o Magalu quer mais, nosso propósito é digitalizar o varejo brasileiro.

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